A taça que virou rotina: os anestésicos silenciosos do esgotamento.
Álcool no fim do dia, rolagem infinita, compras por impulso. Recursos socialmente aceitos que aliviam a noite e cobram a conta no dia seguinte. A frase costuma vir acompanhada de um sorriso, como quem antecipa um julgamento que não virá: “não é nada demais, doutora, só uma taça no fim do dia para desligar”. Pergunto…
